sexta-feira, 26 de julho de 2013
Entre consumo, consumo e consumo
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O dia da Independência aqui e lá.

Claro que a comparação é inevitável. De um lado o ufanismo em vermelho, azul e branco e do outro o feriadão em verde e amarelo.V Vou tentar não cair nessa armadilha e apenas citar algumas observações.
Interessante ver a história desses eventos serem contadas como uma libertação mesmo que Estados Unidos e Inglaterra continuassem tão ligados numa parceria econômica e bélica nos séculos seguintes enquanto o Brasil mantinha seu reinado igual aos modos portugueses e seguindo quase cegamente as orientações do velho mundo.
É inegável a enorme diferença do envolvimento da população na celebração desse dia. Lá se contam as vantagens e conquistas do império; como eles são fortes e imponentes; a celebração de uma nação que deu certo. Aqui algumas pessoas falam sobre a importância da data enquanto outras estão interessadas em curtir o feriado; se discute o que deu errado para o país não ser o que “deveria ser” (mesmo que pouca gente saiba exatamente o que deveria ter sido). Lá os fogos de artifícios, aqui o desfile militar. Há uma ambigüidade e uma grande complexidade em relação a esse dia.
De fato, com a independência, dois países imperialistas foram criados, um mais forte e influente que o outro. Mas a essência era a mesma.
Ficam três perguntas pra mim. No que os estadunidenses pensam no 4 de julho? No que os brasileiros pensam no 7 de setembro? Quem responde?
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Nova York, paranóia!
Quando tudo terminou, fiquei sabendo que alguém deixou uma bolsa na rua e isso é um sinal forte de terrorismo!
Chamaram os bombeiros e chegaram uns cinqüenta, sem exagero. Se fosse uma bomba e explodisse, talvez o corpo de bombeiro ficasse bem desfalc
Vi um espetáculo! Desses que a gente não compra ingresso e nem sabe quando vai acontecer, mesmo que Nova York seja palco de atentados e tentativas e esteja sempre alerta.
Foi interessante ver a reação das pessoas e perceber a paranóia de uma cidade que luta pra viver feliz no seu consumismo, mas se depara com uma realidade incerta e inconveniente. Nova York tem seus encantos e, principalmente, vende muito bem os encantos que não tem.
