segunda-feira, 18 de junho de 2012
Paul McCartney, 70 anos!
domingo, 3 de junho de 2012
O ex-amigo
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Invasão Britânica
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Campeão!
sábado, 5 de maio de 2012
A Imersão - Parte 3 (Isolamento e Fim)
domingo, 22 de abril de 2012
Paul McCartney foi Arretado!
E a quinta vez foi a
melhor. O DJ com música dos Beatles em diversas versões, o telão com as
colagens e as luzes se apagando para Paul McCartney entrar no palco com os
braços levantados saudando a plateia. Tudo igual!
segunda-feira, 9 de abril de 2012
A Separação - Parte 2
Entretanto, a separação pode ser vista como algo positivo, pois não gera, necessariamente, coisas ruins. Em alguns momentos, separar é a melhor maneira de seguir bem sua vida.
Um exemplo de uma separação positiva está nos discos Different Gear, Still Speeding e High Flying Birds do Beady Eye e Noel Gallagher, respectivamente. O primeiro é dos componentes remanescentes do Oasis, o segundo é do principal compositor da mesma banda.

Pensando assim, pude ver como a separação do Oasis foi boa. Afinal, acabou-se aquele lenga-lenga de brigas entre os irmãos que encheram o saco de quem gostava das suas músicas. Different Gear, Still Speeding é um excelente disco de pop, descompromissado e, surpreendentemente, simples e agradável. Não está aí o peso de todas as harmonias e letras pessoais de Noel. Em compensação, High Flying Birds é um disco bem introspectivo, denso e repleto de sons e truques de estúdio. Falta a ele a leveza dos vocais de Liam. O primeiro é Oasis sem Noel, o segundo é Noel sem Oasis. Isso fica claro em todas as faixas.
Eu gosto de discos descompromissados, eu gosto de discos densos. Para uma época em que o Strokes é tida como a melhor banda do século XXI, fico com o pessoal do século passado.
terça-feira, 3 de abril de 2012
O Espetáculo do Século XXI

executa uma sequência fantástica (The Show Must Go On / In The Flesh / Run Like Hell / Waiting For The Worms / Stop); o porco inflável com a mensagem “O novo código florestal vai matas as florestas do Brasil"; um show vocal e teatral de Waters (The Trial) e todos juntos homenageando a plateia e encerrando o show (Outside The Wall).
domingo, 25 de março de 2012
Ao povo de Chico City!

- Povo de Chico City…! Feliz, feliz, feliz, feliz… com a sua audiência! Pois bom, numa ocasião em 1927, eu estava de porre, naquele tempo eu bebia… Era safadim, safadim, bunitim!
- Mas bah, eu não quero saber de nada. De nada! Eu solto meu bode, mas prendo minha cabrita.
- Mas hein!? Depois eles dizem que o Coalhada é isso, que o Coalhada é aquilo… Agora sou hétero. Mordo você todinha! Porque jovem é outro papo! Eu sei o que estou fazendo.
- Gaaarotão! Você é idiota! Você é iiidiota!
- Pô, mãe! Eu sou jovem! Eu sou doooido por essa neguinha.
- Meu garoto! Vai dizer que você não trocava?!
- Pra outro homem até pode ser, mas pra outra mulher, nunca! Ainda mais com esse nariz… Eu ainda arrumo grana pra arrumar o meu nariz…
- Tá com pena? Leva pra você! Nós somos classe C, CLASSE C! É mentira, Terta?
- Afffe! Eu tô morta! Tanta gente é e não sabe. Eu doido pra ser e não consigo!
- Ca-la-da! Senta aí! Para com isso! Eu sou Haroldo, o hétero machão. Eu sou um símbalo sescual. Eu-eu trabalho na Globo, tá legal!? Minha vingança sará malígrina! Tenho horror a pobre! Quero que pobre se exploda!
- Primo, primo, você é uuuótimo!
- Sou! Mas… quem não é? Não creu neu, se finouce. É vapt-vupt!
- Só tem tan-tã! Só tem tan-tã!
- Que a paz de Tim Tones esteja em todos os lares. Alegria, alegria. Faça como eu: sorrrria… Techau!
- E o salário, ó!
Muito obrigado Chico Anysio!
quarta-feira, 14 de março de 2012
Insegurança e amadurecimento em 10 anos


segunda-feira, 12 de março de 2012
Sai o ditador, fica o legado

Ele se foi, não morreu, ainda bem. Mas se foi para o bem do futebol.
O futebol do Brasil com ele ganhou vários títulos, mas perdeu sua identidade! Deixamos de ser tri-campão e somos penta! Uau! Mas, acho que isso aconteceria com ou sem ele.
Não se pode mudar o passado, mas acho que se voltássemos no tempo e não o deixássemos assumir o cargo, conquistaríamos mais. Mais título, mais lisura, mais transparência, mais honestidade!
Eu não me iludo, foi-se o Ricardo, mas fica a estrutura viciada, aliciada, corrupta, indecente e tantos outros adjetivos que mereceriam um post só para listá-los.
Mais um ditador caiu... Foi-se o Ricardo, fica a CBF que ele “organizou”.
Estou feliz pela sua ida, triste pelo seu legado!
quinta-feira, 8 de março de 2012
Livro ou Revista? É Chico!

O formato externo é de livro, interno é de revista. Eu comprei pensando que estava comprando um livro, mas li como se estivesse lendo uma revista. É essa a minha impressão sobre “Para viver minha jornada”, livro (ou revista) escrito por Regina Zappa sobre a vida e obra de Chico Buarque.
São quase 450 páginas de fotos e informações, mas pouquíssimas análises. Um dos mais importantes músicas da história brasileira, recebe um livro que, nem de longe, faz jus à sua obra.
Mais da metade das páginas focam os anos 60 e início dos anos 70. O texto que já é superficial fica quase uma “revista de consultório médico” depois de sua metade. É justamente o Chico Buarque menos conhecido (anos 90 até hoje) que fica mais obscuro.
A autora fez uso de várias reportagens publicadas em revistas ao longo das últimas décadas. Isso talvez explique o texto raso. Sendo assim, recomendo as imagens que saem das mais famosas e apresentam um Chico que vai amadurecendo ao longo das páginas.
Se como livro é fraco, como revista, “Para seguir minha jornada” é fantástico!
quinta-feira, 1 de março de 2012
Aula da saudade ou aula sobre a saudade!
Finalizar alguma coisa PODE nos trazer alegria (um trabalho árduo, uma etapa dos estudos), mas se despedir das pessoas que fizeram parte de maneira positiva dessa jornada é, necessariamente, triste.
Vi ontem pessoas começando a se despedir. A alegria estampada em seus rostos por estarem finalizando quatro anos de suas vidas dedicadas a um curso contrastava com “a ficha cair” por aqueles serem seus últimos momentos como um grupo. O vídeo acima foi um momento emocionante.
Era a aula DA saudade, mas poderia também ser chamada de aula SOBRE a saudade. A saudade que começam a sentir. Deixam de existir os encontros em todas as noites, os fins de semana nos estágios (que genialmente inovaram), as preocupações com avaliações e notas. Fica a identidade criada e, principalmente, cultivada por pessoas que, em sua maioria, não se conheciam.
Um grupo particular se singularizou! Isso é raro!
Vi um grupo tão coeso (mesmo com indivíduos de personalidade forte) chegando ao fim que, egoístamente, não queria que terminasse. Afinal, vai ser saudoso andar naqueles corredores sem encontrá-los.
A amizade, o companheirismo, a solidariedade, a alegria, a luta pela justiça que sempre esteve presente em seus quatro anos de convívio certamente permanecerá. Eles fizeram tudo ao seu jeito, reconhecem isso, venceram assim e se tornaram a esperança. Nasceu a turma da esperança!
Desejo que sigam suas vidas com as mesmas características que os acompanharam por esses quatro anos. Para mim, foi uma honra, um privilégio e um momento inesquecível na minha vida pessoal e profissional poder ter convivido com todos!
Deixo uma homenagem com Frank Sinatra!
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Quarta-feira, sertão, 3 gols... mas só 1 meu!

Ano passado voltei pra casa feliz, esse ano foi bem diferente.
Naquela quarta-feira de cinzas de 2011 eu vibrei com 3 gols, nessa apena 1. Naquela quarta não lamentei gol sofrido, nessa foram 2. Naquela quarta tudo deu certo, nessa...
Uma quarta realmente de cinzas. Praticamente não acordei depois de um porre na terça-feira de carnaval e a ressaca me acompanhou por todo o dia e no caminho ao estádio à noite.
Meu time, o visitante, jogou mal. O time da casa, dentro das suas possibilidades, jogou bem. O árbitro jogou contra o meu time e a lisura de uma partida. Mas a derrota foi merecida.
A única coisa positiva é ver a torcida local feliz com a vitória de um time da cidade e não vibrando por times do sudeste!
Nessa quarta-feira de cinzas de 2012, senti saudade daquela quarta-feira de cinzas de 2011.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Paixão, Região e Futebol

Paixão não se explica, se sente!
Região é uma invenção humana!
Futebol é o esporte mais instigante!
Cada time de futebol está numa região, seja ela qual for. No caso do Brasil, temos cinco macro-regiões (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte). Todas as regiões riquíssimas culturalmente. Isso é fato. Cada região com seus times... Milhares de pessoas torcendo pelos times da sua região... Opa!!! Não é bem assim!
Mas por que a maioria dos brasileiros torce pelos times do Rio de Janeiro e São Paulo? É fácil, o Rio foi a capital do país por muito tempo. São Paulo é hoje o “centro” econômico. Mas isso não é suficiente porque as pessoas da região Sul torcem pelos times da região Sul! O Norte, o Nordeste e o Centro-Oeste, em sua maioria, torcem pelos times do Sudeste. O contrário raramente acontece!

A maneira mais fácil de dominar é pela cultura (e não pela belicosidade como se achava antes). A existência de regiões pressupõe a sobreposição de uma sobre a outra. No Brasil, o Sudeste “dita” como o resto do país deve falar, dançar, ler, ouvir e torcer!
Vivo numa região dominada por outra, mesmo que as pessoas não se sintam assim ou não percebam que isso acontece. Não acho que devemos ser bairristas, regionalistas ou qualquer outra coisa do tipo. Afinal, a cultura se transforma. Mas precisamos entender que quando estamos numa região que, direta ou indiretamente, sofre um domínio de outra, precisamos ficar de olhos abertos ao que nos chega!
Ame seu time, mas reflita que esse amor pode ter sido, de certa forma, planejado! E talvez não tenha sido o destino que colocou um time do Sudeste e não do Centro-Oeste na sua vida!
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
O Rock errou?

Numa conversa com um amigo, ele me disse: “Strokes é a melhor banda de rock no século XXI”. Na hora, parecia que eu havia levado uma pedrada na cabeça e retruquei “eu ainda vou escrever sobre isso”. Pois bem...
Pensando rapidamente nos nomes mais famosos do rock (não necessariamente os mais importantes) me veio o que coloco a seguir.
Nos anos 50 (início do rock’n’roll) lembrei de Elvis, Chucky Berry, Bill Haley, Litlle Richards, Jerry Lee Lewis. Nos anos 60, a coisa fica mais nteressante, afinal são Beatles, Rolling Stones, The Who, Jimi Hendrix, Creedence, The Doors e Beach Boys. Aí chegamos aos anos 70 e nos aparece Led Zeppelin, Deep Purple, Pink FLoyd, Genesis, Black Sabbath e David Bowie.
Nos anos 80, começa a caída, mas mesmo assim U2, Police, Cure, Iron Maiden e R.E.M fazem bem. Nos anos 90, a queda é vertiginosa porque, mesmo com qualidade, Nirvana, Pearl Jam, Radiohead, Red Hot Chili Peppers e Smasshing Pumpikins não são a melhor coisa que o rock nos
deu...
Mas esse século? Realmente... tentei fazer uma pequena lista. Mas nenhum nome, nenhum nome que apareceu desde 2001 pode ser incluído numa lista com os demais listados acima. Fica ainda a ressalva que nem quis pensar no Brasil porque cair de Raul Seixas pra essas porcarias que nem escreverei o nome aqui é depressivo.
E não consegui concordar com meu amigo e não consegui retrucar. Mas fiquei preocupado, afinal o que houve com o rock’n’roll?
E ainda sou criticado por ouvir coisas “antigas”...
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
A Imersão - Parte 2 (Saudade)

O quarto era quente e úmido, as marcas de lodo eram visíveis na parte mais baixa da parede, próximas ao chão. No teto, as manchas das chuvas passadas e pela janela entrava o cheiro da maconha fumada nos fundos da casa.
Foi nesse ambiente que vivi alguns anos. Foi nesse ambiente que o Pink Floyd entrou na minha vida. Meu tio me apresentou alguns discos, depois eu segui a minha busca. Nas tardes, após a escola eu costumava deitar na cama e ouvir o LP Wish You Were Here e, desde então, seu tema principal, saudade, me fascinava. Eu devia sentir saudade da infância ou da vida adulta (que ainda viria) porque aquela época e aquele lugar não eram bons pra mim, assim eu pensava.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Layla em três versões (assorted?)
Sempre me perguntei o que define um excelente compositor. O que faz um arranjador, ou produtor, ou instrumentista? O que torna uma composição finalizada? O que a faz um clássico?
Essas perguntas podem nortear debates infindáveis. Mas o que quero mesmo é falar de uma composição e sua transformação. Feita por um dos melhores músicos de rock e blues, Eric Clapton, Layla é sua melhor criação. Com três versões!
A primeira, feita com a banda Derek And The Dominos em 1970 é uma aula de rock´n´roll com seu riff forte, vocal emocionante de Eric e, principalmente, sua segunda parte com um piano e guitarra se revezando sobre uma belíssima melodia. Um clássico! Uma composição para sempre. Um arranjo “definitivo”.
Mas aí Eric quis refazer tudo nos anos 90 para o ainda incipiente projeto Acústico da MTV (Unplugged) e reinventou Layla. Numa versão com violões dedilhados, um vocal mais contido e uma levada de balada. Era uma nova Layla. Até hoje fãs não conseguem escolher qual a melhor versão. Poucos artistas conseguem isso. Eric Clapton conseguiu!
Tudo Ok! Mas... Não é bem assim. 
Em 2011, Eric juntou-se com o músico Wynton Marsalis para um trabalho extremamente arriscado, entrar de cabeça no blues e jazz da primeira metade do século XX e então Eric “refez” Layla novamente. Impressionante, nessa versão ela parece ter sido composta nos anos 40.
Com exceção da letra, não lembra as duas verões anteriores. Aliás, são três músicas completamente diferentes com a mesma letra e título. Parabéns Eric pelas três pérolas que você nos deu.
Obs: Essa é a música feita para Pattie Boyd, quando ainda era esposa de George Harrison que, anos depois, tornou-se Sra. Clapton!
Abaixo estão as três versões
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Pra ser sincero...


















